O homem estende a mão contra a pederneira, e revolve os montes desde as suas raízes.
Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o faz o preguiçoso na sua cama.
O que faz uma cova cairá nela; e a pedra voltará sobre aquele que a revolve.
O vento vai para o sul, e faz o seu giro vai para o norte; volve-se e revolve-se na sua carreira, e retoma os seus circuitos.
Ó filha do meu povo, cingi-te de saco, e revolve-te na cinza; pranteia como por um filho único, em pranto de grande amargura; porque de repente virá o destruidor sobre nós.