Estou aflito, e prestes a morrer desde a minha mocidade; sofro os teus terrores, estou desamparado.
Sobre mim tem passado a tua ardente indignação; os teus terrores deram cabo de mim.
Porque as flechas do Todo-Poderoso se cravaram em mim, e o meu espírito suga o veneno delas; os terrores de Deus se arregimentam contra mim.
O sonido de terrores está nos seus ouvidos; na prosperidade lhe sobrevém o assolador.
Terrores o amedrontam de todos os lados, e de perto lhe perseguem os pés.
Arrancado da sua tenda, em que confiava, é levado ao rei dos terrores.
Ele arranca do seu corpo a flecha, que sai resplandecente do seu fel; terrores vêm sobre ele.
O meu coração confrange-se dentro de mim, e terrores de morte sobre mim caíram.
Como caem na desolação num momento! ficam totalmente consumidos de terrores.
Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
As suas viúvas mais se me têm multiplicado do que a areia dos mares; trouxe ao meio-dia um destruidor sobre eles, até sobre a mãe de jovens; fiz que caísse de repente sobre ela angústia e terrores.
Convocaste de toda a parte os meus terrores, como no dia de assembléia solene; não houve no dia da ira do Senhor quem escapasse ou ficasse; aqueles que eu trouxe nas mãos e criei, o meu inimigo os consumiu.