Irmãos, como homem falo. Um testamento, embora de homem, uma vez confirmado, ninguém o anula, nem lhe acrescenta coisa alguma.
E digo isto: Ao testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não invalida, de forma a tornar inoperante a promessa.
Pois onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador.
Porque um testamento não tem torça senão pela morte, visto que nunca tem valor enquanto o testador vive.